Pessoal, gostaria de compartilhar com vocês um projeto que vem povoando a minha cabeça a mais ou menos um ano.
Vocês que frequentaram este blog nos últimos 3 anos, ou vocês que são novos por aqui, devem saber que gosto muito de nadar. De uma busca por uma melhor qualidade de vida, a natação se tornou uma paixão e um estilo de vida.
Meu esporte, meu passatempo, meu projeto de vida
São tantos os aprendizados e benefícios que eu tive com esse esporte que, acredito, chegou a hora de levar isso pra um maior número de pessoas.
Esta ideia, à principio maluca, surgiu em uma conversa descompromissada com meu cunhado, Arvind, enquanto curtíamos uma cachoeira.
Durante algum tempo a ideia foi sendo ruminada, maturada, criticada, analisada, discutida e aperfeiçoada, com vários amigos, até que se tornou um sonho e logo em seguida foi alçada ao título de projeto.
O projeto é nadar todos os 600km entre Santos e o Rio de Janeiro, durante 2 meses, como uma forma de chamar a atenção para os benefícios do esporte para os deficientes e hemofílicos.
Percurso do projeto
Este projeto carrega, também, outra grande motivação minha: a de ajudar as pessoas.
Com isso em mente, elaboramos o projeto de um jeito que seja possível apresentarmos palestras sobre essa aventura, sobre os benefícios do esporte, qualidade de vida, sobre vencer desafios e fazer algo por um bem maior, nas cidades em que pararmos, para a população, de forma gratuita.
Para dar o pontapé inicial, convido vocês para me contarem o que acham disso tudo e me ajudarem a dar um nome para este projeto.
“600k” foi o primeiro nome a surgir, mas ele não transmite a dificuldade, a emoção, a motivação, a alegria e a aventura que este projeto vai ser.
Eae, o que sentiram de tudo isso? Qual seria um bom nome pra essa iniciativa? A palavra é de vocês!
Olha só! Há 5 dias atrás este blog completou 3 anos. E, não só isso, este é o 100º post do Blog
Parece pouco né? E é. Nossa percepção de tempo é muitas vezes ‘viciada’, lembramos, mais ou menos, do que passou, mas a grande maioria das coisas acabam se perdendo nas nuvens da rotina.
E é por isso que eu gosto de manter este ‘diario virtual’. Às vezes me pego viajando pelos posts só pra relembrar as historias, os pequenos detalhes de cada viagem, as emoções de cada situação e ver tudo o que aconteceu.
Como não relembrar a viagem que inaugurou o ano de 2012 na Venezuela? A minha 3ª participação na Travessia dos Fortes e a 1ª viagem com a namorada? A degustação de cervejas que ja virou tradição? A travessia de 25km a nado em Bombinhas? A viagem com gosto de praia e bahianidade? E o bate-e-volta em Belem do Para?
Que este espaço se mantenha por um bom tempo e que eu sempre tenha mais historias pra compartilhar!
Feriado fortuito, num ano com poucos feriados, é a deixa perfeita pra viajar.
Vasculhamos os sites das companhias aéreas à procura de passagens baratas. Encontramos umas pra Belem do Pará e para-la fomos.
Chegamos na 5a a tarde e logo sentimos o ‘bafo amazônico’: aquele calor intenso salpicado com uma umidade de 99%.
Solução? Tomar um chopp artesanal geladinho num dos melhores lugares para ver o pôr-do-sol em Belem. A Estação das Docas.
Clássico por-do-sol nas Docas
Chopps artesanais, de açai e bacuri, pra aplacar o calor amazônico
Ja comestes palmito de metro? Recomendo…
Um guindaste ao anoitecer
Saimos ‘balão’ das Docas (depois de experimentar toda a variedade de chopps que tem la), fomos tomar um sorvete na Cairu e voltamos pro hotel para descansar.
Na manhã seguinte acordamos cedinho, pois a ideia era ir pra Cotijuba aproveitar as praias de rio dessa ilha. Tomamos café e pegamos o ônibus na Praça da República rumo a Icoaraci.
Icoaraci é bem conhecida pelas olarias e os artesanatos em cerâmica. É de la que sai o barco pra Cotijuba.
Acontece que quando chegamos encontramos uma fila de gente que dava voltas no quarteirão! MUITA gente se espremendo pra conseguir comprar uma passagem pra Cotijuba. Égua!
Olhei pra Marilia, Marilia olhou pra mim, e desistimos de ir pra praia. Imaginem como estaria por la.
A orla de Icoaraci
A muvuca pra pegar o barco pra Cotijuba
Bem, ja que estávamos em Icoaraci, fomos ver o artesanato local e conhecer a cidade (que, ja aviso, não tem nada de interessante).
Tomando um ‘fresca’ na beira do rio
Voltamos pra Belem, de busão, e como tinhamos o dia ‘livre’ fomos desbravar a cidade. Almoçamos num excelente restaurante, o Remanso do Peixe, e partimos pro Ver-o-Peso.
O Theatro da Paz
Camarões graúdos? Joia!
Almoço chique: pirarucu defumado ao molho de côco e arroz de jambu
Acontece que o dia não estava pra turismo: por ser sexta feira santa, tudo estava fechado no centro de Belem. A alternativa encontrada foi tão boa quanto. Tomar sorvete olhando o rio.
O porto antigo de Belem
Ficamos nessa função, de ver a vida passar, até a noite, quando resolvemos jantar uma pizza de jambu. Recomendo demais experimentar essa iguaria.
O Jambu é uma folha que quando ingerida da uma sensação, bem leve, de dormência na lingua e pode ser encontrada em ensopados, sopas, pizzas, etc etc.
No sábado iriamos embora, então acordamos cedo para aproveitar a manhã e ir, enfim, conhecer o Ver-o-peso. La andamos por tudo, olhamos todas as barraquinhas, vimos frutos, cores, texturas, cheiros e utensilios dos mais diversos.
Passamos pelo mercado municipal de carnes, que é todo de ferro fundido trazido da Inglaterra no auge do ciclo da borracha. Vale a visita (os açougueiros reclamam que mais turistas vem pra ver a arquitetura do que pra comprar carnes)
Mercado de carnes. Não reparem na lixeira.
O moderno, o antigo, o clássico e o extravagante
De lá, subimos as ruas em direção ao centro antigo, onde fica o Forte do Presépio, a Catedral da Sé, a casa das onze janelas e o complexo de Sto. Alexandre. Vale a visita em todos esses lugares que são o berço de Belem.
Um pedinte aos pés da igreja
Portão do aquartelamento
Vai encarar os manos do Forte?
Cena bucólica da selva
Na mira do canhão
Porta pra natureza na selva de pedra
Acabamos as visitas quase na hora de fazer o check-out do hotel. Voltamos, tomamos um banho, arrumamos as malas, saimos do hotel, almoçamos e fomos fazer hora no aeroporto. Nosso vôo só sairia as 17hs.
Ah! Antes de ir pro aeroporto passamos numa venda de açaí e compramos 5L pra não faltar em Brasilia.
Viagem rápida, gostosa, despretensiosa, interessante e repleta de novidades. É assim que tem que ser!
“Ja estamos no primeiro trimestre de 2013 e até agora nenhuma atualização, Sr. Bauch!?”
Calma, é que 2013 começou quente e agitado. Vou tentar contar um pouco de tudo que aconteceu até agora.
Logo no comecinho do ano, mainha veio nos visitar e ficar uns tempos. Ela aproveitou para correr os 5km do Circuito do Sol. A Marilia também correu e fez os 10km.
As corredoras e o cabideiro
Positivo pra você também, mainha!
Todo mundo suado e feliz
Nhac!
Antes de mainha ir embora, ainda comemorarmos o aniversário dela.
Mãe e filho
Foto bonita em ‘sépia nostalgica’
Mainha foi embora, o tempo passou e chegou o carnaval. E com ele toda a agitação……… de receber os sogros em casa!
Pode parecer que não, mas foi legal pra caramba. Fizemos altos ‘city tours’ com eles, levamos no Congresso, na Torre de TV, na Torre Digital, no Memorial JK (que tava fechado), no Lago Paranoá, fizemos um churrasco e ouvimos histórias do Sr. Edison.
Esse genro não se comporta pra tirar fotos
Pose pra foto!
A torre digital de BSB
Brasilia como pano de fundo
Depois que os sogros foram embora, agitamos a casa com uma das, ja famosas, Pizzadas no forno à lenha.
Haja pizza pra tanta gente!
Participação especial: Masato Psy
A Marilia ta treinando sagazmente desde o começo do ano e pra mostrar como está forte foi correr a Meia Maratona de Brasilia. Parabéns, gatinha!
Todos ainda animados antes dos 21km
Mais uma meia maratona pra conta!
Essa dupla corre muito!
A corredora e o palhaço
Esfriado os motores, descansando as pernas e recuperando o fôlego depois da corrida
Kit completo!
Calma ja ta acabando.
No começo de Março, fui fazer um mini-retiro em Joinville (SC). 10 caras se juntaram, na casa do Gil, pra meditar, nadar, andar em trilhas, pular do barranco, treinar Wing Chun, conversar e se retirar da vida agitada. Foi uma ótima experiência e um excelente ‘respiro’.
Viver no Quiriri é isso
Querer mais pra quê?
Caçando goiabas selvagens
Calma, pra que a pressa?
Pequena cachoeira nos fundos da casa…
Segue o rumo
Cadê os prédios, a poluição, os carros, os celulares?
Todo mundo em forma
Descansando ao sol
Ainda rolou de escrever um texto à caminho do retiro
Sigamos. E que continue sempre assim.
EDIT.
Enquanto eu escrevia este post, a Marilia tava lá na Esplanada dos Ministérios correndo os 10km do Circuito das Estações Adidas. Ela acabou de chegar e mandou bemzão: 10km em 60min!
Quando eu era moleque, acho que eu era o único que ficava feliz quando aparecia a fatídica redação “Minhas férias”. Sempre tinha muita coisa pra contar e escrever. Tenho quase certeza que as professoras não acreditavam em tudo o que eu escrevia, embora fosse tudo verdade.
Mas enfim, vou escrever mais uma redação dessas.
Nossa trip tava marcada pra sair dia 12/10, mas os preparativos ja tavam rolando a uma semana: fizemos várias listas de preparativos, compramos quitutes pra viagem, fizemos alguns sandubas, ajustamos o GPS de navegação, arrumamos o carro e a mochila e partimos. Mas esquecemos o mapa rodoviário (isso vai fazer a diferença no caminhar da narrativa)
O objetivo do primeiro dia era chegar até Diamantina para pernoitar. Entre Cristalina e Curvelo paramos pra tomar um sorvete, na beira da estrada, e eu puxei papo com um cara que tava dando em cima da vendedora e que era patrão do bêbado que também tava por la. Ele dizia que era melhor a gente ter ido pra Montes Claros e depois pra Diamantina.
Tentamos calcular essa rota no GPS, mas num deu, e como tavamos sem um mapa impresso, desistimos da ideia do tio e seguimos pelo caminho original. E num é que o cara tava certo. Fizemos um baita desvio, com 60km de terra no meio.
Chegamos no final da tarde e logo conseguimos uma pousada super estilosa, num casarão antigo e com um Chá da tarde nos esperando. Show!
O carrão nas ladeiras da velha cidade
Isso que é cara chique
Chá da tarde, na varanda ao lado do fogão a lenha
A noite saímos pra achar algo pra comer e fomos parar no antigo mercado central. La tava rolando uma feira de artesanato, alguma barraquinhas de comidas tipicas e, pra nossa surpresa, uma excelente banda de chorinho começou a tocar. Foi ali que ficamos, comendo, bebendo e vendo os velinhos da cidade dançarem. Noite perfeita.
Nós
Saimos de Diamantina na chuvosa manhã seguinte, depois de um cafézão colonial, rumo à Caraíva. Pelo menos era isso que a gente esperava.
A gente só não sabia que essa rota que fizemos passava pelo Vale do Jequitinhonha todinho e por la as estradas estão muito ruins e a maioria é de terra. O que valeu foi ver de perto a pobreza e vida dura que o pessoal leva nessa região. Muito sofrida a lida por la. Várias cabeças de gado mortas, casas abandonadas e lavouras desertas. Todo mundo fugindo da seca.
Nesse dia chegamos até Eunápolis, a noite, e resolvemos parar por ali mesmo. Foi uma boa ideia porque a estrada até Caraíva é muito ruim e enfrentá-la a noite ia ser dureza.
Na manhã seguinte! Ânimos renovados e a expectativa pra finalmente chegar em Caraíva era grande. Abastecemos e partimos!
Aqui a estrada ainda tava muito boa
Aqui ja não tava mais tão boa:
Mas eis que…. Chegamos em Caraíva!!! êê!
Antes de continuar coloque esta musica pra tocar:
Cheguei em Caraíva / Atravessei numa canoa
Encostei no Porto Grande / Ai mas que cidade boa
Nem vou escrever muito sobre este lugar. É uma vila muito pequena, sem carros, ruas de areia, vida pacata, entre o rio e o mar, onde o relógio anda mais devagar e a vida tem outro sabor. Tenho que chamar atenção pra ÓTIMA pousada onde ficamos. Simplesmente espetacular em todos os sentidos, recomendo demais.
Começando bem o dia!
Nossa casinha em Caraiva
Haja força pra andar nessas areias
Assim íamos levando a vida
Tranquilo. Só isso.
A igrejinha de Caraíva. Reparem que não entram carros e as ruas da vila são todas de areia
Um artista precisa de muitas ferramentas
O centro da Vila de Caraíva na hora do Rush
Pescando pro sustento. Amanhã eu penso no que vou comer amanhã
Entre os passeios pela vilazinha encontramos um grupo de indiozinhos (tem uma aldeia perto da vila). Eles não conseguiam falar o meu nome e em vez de “Marcos” só saía “Márcio”. Depois de muito corrigir desisti e disse que podiam me chamar de “Zé”, no que eles perguntaram: “Mas é José Marcio?”
Eles ficaram super intrigados com minhas muletas e eu ensinei eles a andar com elas. Foi uma festa.
Os indiozinhos que queriam aprender a andar de muletas
Entre um banho de praia e de rio, fizemos alguns passeios: descemos de boia ao sabor do rio – detalhe que perdi minha maquina à prova d’agua nesse passeio – e fomos de buggy até a Barra do Corumbáu. Esse último eu recomendo demais da conta! O lugar é super bonito, numa enseada de águas azul turquesa e areias brancas.
Muitas emoções e adrenalina no rafting baiano
Da pra ver o morrinho la atrás? É o Monte Pascoal
Cenas caiçaras no caminho do buggy
Deixamos o buggy pra trás. Agora é a pé
Muito mar e sol. Acho que um coco vai bem
Chato né?
Praia lotada. Não sei como consegui me acostumar com tanta gente
Fotos artisticas
Vai um Sminofface aí?
Um belo dia resolvemos sair da vila de Caraiva e ir conhecer Trancoso e Arraial D’ajuda. Acho que eu e a Marilia estavamos numa onda-roots-tranquila-positive vibe-relax e nos assustamos com a quantidade de gente que tinha nessas cidades. Arre!
Comparem com a foto da Vila de Caraíva. Quantas diferenças você consegue identificar?
Axé meu povo!
Almoçamos e na volta ainda passamos pela Praia do Espelho, que é dita ser uma das mais bonitas do Brasil, mas que, pra mim, perdeu feio pra Corumbáu.
Praia do Espelho
Depois de uma semana curtindo essa vida tranquila ja era hora de partir. Rumo à Itacaré.
Itacaré foi outra vibe, mas tão boa quanto. Cidade mais turística maior e cheia de gringos. Nossa pousada não era la grandes coisas, mas isso pode ser apenas uma opinião de alguém que estava acostumado com outro nível em Caraiva
A orla de Itacaré
Em Itacaré, visitamos várias praias muito bonitas. Lembrete especial pra trilha até a praia de Jeribucaçu: muito dificil e muito longa, foi phoda, mas chegar até aquela prainha valeu todo esforço.
Praia de Itacarézinho ao fundo
Onde o mar encontra a areia e a areia vira céu
Mundão!
Duas loiras suando frio
Nossas companheiras. Bromélias praianas de vibe boa
Final da trilha pra Jeribucaçu. Enfim o mar!
Jeribucaçu. Viva \o/
Fizemos uma trip pra conhecer a Península de Maraú. O pessoal vende esse passeio na cidade, dizendo que é preciso ir de carro 4×4, porque a estrada é ruim etc etc. Como estávamos com o carrão, fomos por nossa própria conta e risco.
Realmente a estrada é bem ruim, mas da pra ir com carro normal, se você for cuidadoso, até Taipus de Fora. Pra chegar em alguns outros cantos e praias, realmente só da pra encarar com carro traçado.
A vila de Maraú
O carrão querendo tomar banho de mar
A praia de Taipus de Fora é realmente fora de série! Linda mesmo. Águas transparentes, areias brancas e recifes de coral pra mergulhar. Vale a visita, sem dúvidas.
Taipus de Fora. Ô praia bonita da po___
A gente tava se estressando muito aqui. Acreditem
Na volta, vimos várias placas indicando “Itacaré via balsa” e resolvemos experimentar essa opção. Detalhe, ja eram 17:30 e ir para a balsa representava um desvio de 10km pra ir por uma trilha não muito boa, cheia de alagados e atoleiros de areia.
Chegando no final da trilha, esperando encontrar a balsa, descobrimos que NÃO EXISTE MAIS ESSA OPÇÃO! Puts!
Itacaré ta ali, do outro lado, na margem oposta, nem 1km nos separam, é só atravessar esse rio. Mas cadê a balsa?
Bora voltar pela trilha. A noite. E ainda temos mais uns 30km pra chegar em Itacaré… Sem erro. foi uma experiência muito massa!! Tensão e divertimento total! Até fizemos um filme:
Outra trip maneira que fizemos foi remar até a Cachoeira do Cleandro. É uma caxu que deságua no mangue, com água geladinha.
Rema, remador
Bromélias da areia
Chega de água salgada hoje eu quero uma caxu
Água gelaaada
Na volta paramos nossa canoa num restaurante na beira do rio, pra comer um peixe, tomar suco de cacau e descansar numa rede na sombra.
Suco de cacau no próprio cacau
Tem gente que vai ficar com inveja do tanto que eu descansei nessa viagem
Remando de volta a Itacaré
Alem disso, vida praiana à rodo.
É muita praia pra explorar
Levando o céu azul no bagageiro
Da pra me ver ali boiando na água? Não? Mas tou la.
Céu azul azulzinho
Praia da Engenhoca. Viu o mar la atrás?
Pena que tudo que é bom acaba e era hora de rumar de volta pra casa.
Descobrimos que a estrada que vai de Itacaré até a BR 101 ta em péssimas condições e demoramos 2h pra percorrer os seus 50km. Voltamos por um caminho diferente da ida, passando Jequié, Caetité, Bom jesus da Lapa e Correntina. Aqui o mapa rodoviário fez tanta falta (o GPS não tinha essas estradas cadastradas) que compramos um num posto, atualizado pra 1998, mas que valeu muito.
1.300km em dois dias enfrentando umas retas imensas, um calor de queimar asfalto e uma aridez inacreditável.
Infinita highway do sertão
Muita seca, muita poeira, muito calor, muito sol, sertão total. E aqui fica a Floresta Nacional de Contendas do Sincorá. Excelente.
Bom Jesus da Lapa
Rio 40 graus? Nope.
Agora estou aqui repassando as fotos, as memorias, os videos e escrevendo pra vocês. E só posso dizer que ja deixou saudade. Tomara que vocês possam, um dia, conhecer essa região incrível do Brasil.